7.01.2007
Errata
Na verdade, tenho um metro e oitenta e sete. Há 4 postes atrás, escrevi que tenho um metro e oitenta e oito. É mentira. Gosto mais do oitenta e oito porque é mais redondinho, mas o oitenta e sete é que está certo.
Fodasse
Esta merda deste blogue, mais parece a caras. Fodasse.
Prometo vir aqui, um destes dias, pôr alguma coisa mais ou menos inteligente.
Fodasse!!!
Prometo vir aqui, um destes dias, pôr alguma coisa mais ou menos inteligente.
Fodasse!!!
Studio line
Já há muito tempo que não me punha a cantarolar em estúdio. Fi-lo, e não me apetecia parar de o fazer. Ficava lá a vida toda. A minha memória pequenita, extinguia-se de vez.
Lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá.
That´s what my life is.
Lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá lá.
That´s what my life is.
Matt
Matt Howden, é o nome do multi-violinista que fui ver hoje.
Gostei da intensidade. Consegue construir uma banda só com um violino e a ajuda dos samplers.
Obrigado bife.
Gostei da intensidade. Consegue construir uma banda só com um violino e a ajuda dos samplers.
Obrigado bife.
Festa
Ontem foi noite de festa. Festarola. Bar aberto e sorrisos abertos. O conteúdo da festa estava dentro dos copos.
O Júlio é um maduro que põe músicas do tempo do fascismo e as anuncia.
O Miguel é um gajo com um chapéu.
O Rui trouxe todos os discos que tinha em casa e fez-se ouvido. Gostei da primeira música que pôs: dizia, em brasileiro, que a bebida nunca fez mal a ninguém. Confortou-me, portanto.
A Mónica é uma dançarina avulsa. O L. dançou com ela. (Estava a ver que não!!!).
O Rui (outro Rui) estava ali a defender a marca, o que eu não percebi. Ali a estratégia era o ataque, ou pelo menos uma coisa equilibrada. Nem ataque nem defesa. Uma cena de contenção a meio-campo.
O João a quem estava disposto a dar umas marteladas na careca, sem martelo, saíu do cc. Seria uma coisa superior, vinda do meu metro e oitenta e oito, contra o metro e meio dele. Injusto.
A Patricia passeava-se com um carrinho de supermercado, com um gajo lá dentro.
Bailarinos trapezistas a cair do tecto. Blitz.
Estranhei. Havia demasiada gente a sorrir-se para mim.
O Júlio é um maduro que põe músicas do tempo do fascismo e as anuncia.
O Miguel é um gajo com um chapéu.
O Rui trouxe todos os discos que tinha em casa e fez-se ouvido. Gostei da primeira música que pôs: dizia, em brasileiro, que a bebida nunca fez mal a ninguém. Confortou-me, portanto.
A Mónica é uma dançarina avulsa. O L. dançou com ela. (Estava a ver que não!!!).
O Rui (outro Rui) estava ali a defender a marca, o que eu não percebi. Ali a estratégia era o ataque, ou pelo menos uma coisa equilibrada. Nem ataque nem defesa. Uma cena de contenção a meio-campo.
O João a quem estava disposto a dar umas marteladas na careca, sem martelo, saíu do cc. Seria uma coisa superior, vinda do meu metro e oitenta e oito, contra o metro e meio dele. Injusto.
A Patricia passeava-se com um carrinho de supermercado, com um gajo lá dentro.
Bailarinos trapezistas a cair do tecto. Blitz.
Estranhei. Havia demasiada gente a sorrir-se para mim.
6.19.2007
Outros agradecimentos
Tom Waits, Rickie Lee Jones, Nick Cave, Polly Jean Harvey, Chet Baker, Nina Simone, Boris Vian, Albert Cossery, François Truffaut, Alain Resnais, Krzysztof Kieslowsky, David Lynch, Wim Wenders...
Agradecimentos
Em virtude das 13514 voltas que a Terra deu à volta do Sol desde que nasci, agradeço a minha existência à minha inexcedível Mãe, à Tunha, à Natita (todas elas por motivos familiares e por isso óbvios), à Cátia ou Catarina (ela respondia pelos 2 nomes); ao meu Pai (que terá gasto um frasquinho de esperma na minha concepção); ao recente (...)vico; ao Gatóide (meu grande e uniforme amigo); ao Toy Boy (meu irmão vivencial); ao Rojâo (esse honesto, fiel e anacrónico amigalhaço) ; ao meu (outrora) Tio, que me espevitou para alguma literatura; à minha avó Zazá (lindissima, que continua comigo até que nada nos afaste); à Dulce que me conseguiu estimular quando isso parecia improvável; aos Vila Sombra (Carlos, Ernesto, 100 anos); ao Mourah; aos Corsage; ao L. e à Anita (pela preserverança no acreditarem que daqui ainda saem alguns brócolos); ao MS por ter lutado pela minha permanência; ao Fernando por me achar mais inteligente do que sou; ao Ricardo pelas coincidências ancestrais; à Sandrinha (minha forever partener (seja lá o que isso signifique)); ao Serras (por me ter oferecido os momentos da mais genuina genuinidade, ou o maior dos pleonasmos); ao genuíno Stóino; aos Marcolinos; a todos os Barranqueros (essa espécie de familia cigana e unida visceralmente); aos meus primos Cristina, Ricardo, Bárbara, Tiago, Nuno, Ana, Milai, Nádia e Renato; à Xaninha (esse baluarte do positivismo); à Luisa (esse baluarte do realismo); à Hell (esse baluarte da fraude); ao Sérgio (esse grande portador da mensagem); à Céu (essa cool); à Vans, (essa nessa); e a todos aqueles de que não me lembrei...
Tanques. Obrigado por me aturarem.
Tanques. Obrigado por me aturarem.
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